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Você que já esteve ou está em SFX, e teve uma boa impressão da cidade e da região, está convidado a colaborar com esta coluna que, a princípio, será quinzenal .
Seu nome, "Amigos de São Francisco Xavier", é auto explicativo.
O objetivo é divulgar coisas boas de SFX, ou mesmo apenas uma crônica, uma coisa bonita, não necessariamente específica sobre SFX, mas que quem for amigo de SFX gostaria de ler.
A matéria que você preparar terá que ser assinada, ou seja, não pode ser anônima, contendo seu e-mail ou telefone para o leitor poder contatar. Envie a sua colaboração para: afonsocaldeira@terra.com.br .
Não serão inseridas matérias que tratem de religião, política, fofoca e coisas do genero; Será realmente um espaço para agradar ao leitor, descompromissado, amante do bem viver |
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Coluna
20 - 08/09/2004
Esta
coluna está no “ar” há um
ano, começamos em 18 de agosto de 2003.
Não sei se comemoramos ou não, não
tenho experiência na área para saber, e
nem estou com vontade de perguntar aos meus amigos letrados
e da área. Quero, no entanto, a bem da verdade,
e depois de reiteradas denúncias de certos companheiros
do livre exercício da mesa e do ócio,
que nos últimos meses denunciaram reiteradamente,
que sim, é verdade que não tenho mais
54 anos, tenho 55, apenas não mudei minha apresentação
no rodapé da coluna, qualquer hora faço
isso.
Partindo agora para algo de melhor nível para
esta coluna, gostaria de colocar este artigo que me
enviou o amigo Roberto Viola – robvio@ig.com.br
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| A
MORTE DE CADA DIA
Nós
estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas
à ausência de vida e isso é
um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos
morrer todo dia.
A morte nada mais é do que uma passagem,
uma transformação. Não existe
planta sem a morte da semente, não existe
embrião sem a morte do óvulo e do
esperma, não existe borboleta sem a morte
da lagarta, isso é obvio! A morte nada
mais é do que o ponto de partida para o
início de algo novo. É a fronteira
entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário,
mate dentro de você o secundarista aéreo
que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional? Então mate
dentro de você o universitário descomprometido
que acha que a vida se resume a estudar só
o suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom relacionamento, então mate
dentro de você o jovem inseguro ou cimento
ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos
sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos
e tempo com mais ninguém. Enfim, todo processo
de evolução exige que matemos o
nosso "eu" passado, inferior. E, qual
o risco de não agirmos assim? O risco está
em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo,
perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade
e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam
se agarrando ao que eram, não se projetam
para o que serão ou desejam ser. Elas querem
a nova etapa, sem abrir mão da forma como
pensavam ou como agiam. Acabam se transformando
em projetos inacabados, híbridos, adultos
"infantilizados". Podemos até
agir, às vezes, como meninos, de tal forma
que não matemos as virtudes de criança
que também são necessárias
a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso
fácil, vitalidade, criatividade, etc. Mas,
se quisermos ser adultos, devemos necessariamente
matar atitudes infantis, para passarmos a agir
como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional,
pai ou mãe cidadão ou cidadã,
amigo ou amiga) melhor e mais evoluído?
Então, o que você precisa matar em
si ainda hoje para que nasça o ser que
você tanto deseja ser ?
Pense nisso e morra!!! Mas, não
esqueça de nascer melhor ainda!!!
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Carlos Caldeira, 54 anos, casado, paulistano, é amante da vida, e suas coisas preciosas: natureza, amigos, música, boa comida, boa bebida (vinhos especialmente), e de vez em quando cozinhar.
Conheceu São Francisco Xavier em Janeiro de 2001 e se apaixonou, o amor foi tão grande que em breve estará residindo aqui, abdicando de tudo que achava importante na cidade grande.
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