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Jerry Espíndola apresenta a Polca-Rock
09/02/2006
Jerry Espíndola cresceu respirando ares de fronteira. Fronteira do Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia. Cresceu em meio ao turbilhão sonoro da família Espíndola.
Mais tarde, decidiu ampliar seus horizontes. Rodou o país e morou em São Paulo, onde embalado pelo rock dos anos 80, participou da banda "Incontroláveis".
Assim como Gilberto Gil, em "Back in Bahia, era como se ter ido, "fosse necessário para voltar". E voltou. Cheio de idéias. Partiu do ritmo em 3 da polca paraguaia buscando misturá-lo às novas sonoridades. Retomou uma idéia surgida ainda nos anos 70 com seus irmãos Celito, Geraldo, Alzira e Tetê Espíndola, juntamente com Paulo Simões e Geraldo Roca no som da banda "Lírio Selvagem". Sim, a polca-rock vem dessa época. Alia a levada ternária, que levanta poeira nos bailões da fronteira, com o rasgo distorcido das guitarras, repique de tambores e baixos tonitruantes.
Croa: mata fechada do cerrado. A essência, a origem é o ponto de partida para o surgimento e amadurecimento da Polca-rock.
Juntos Jerry Espíndola & Croa querem romper fronteiras. O caminho é música de raiz com linguagem universal. E o Mato Grosso do Sul engrossa o caldo do caldeirão sonoro brasileiro.
Já estão na estrada. No ano passado fizeram vários shows no eixo Rio/São Paulo. Já ganharam fãs de além pântano. Entre os entusiastas nomes tão diversos como Zé Ramalho, Moska e Dalto.
A banda, formada por quatro virtuoses em seus respectivos instrumentos, contrapõe o violão, quase sempre evidenciando os ritmos regionais, com pesadas e precisas levadas de baixo, bateria e distorcidos timbres de teclados.
No Photozofia Arte & Cozinha neste sábado dia 11 de fevereiro - 21h30
Largo São Sebastião, 105 - São Francisco Xavier
Inf. e reservas: 012 3926 1406
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