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25/08/2008 - Abertura do Festival de Cordas na Mantiqueira
06/ set. - sábado - 21h
RAMIRO MUSOTTO E MINTCHO GARRAMMONNE
Ramiro Musotto sempre explorou melodicamente seus instrumentos de percussão e não é diferente com o berimbau. Sendo assim o convite ao notável percussionista para o encontro de cordas. Ele traz o novo trabalho Civilizacao & Barbarye ao lado do compositor e baixista, o “nuevo carioca” Mintcho Garrammonne e os dois argentinos radicados no Brasil há mais de duas décadas são singulares. Espere por “Assanhado” de Jacob do Bandolim, em uma recriação envolvente, pop e sofisticada.
Poucos artistas têm conseguido unir a tradição e a modernidade, mas Musotto mostra que não existe antinomia entre universos aparentemente opostos, ele coloca os bits com os couros e cria algo de diferente.
Se em Sudaka surpreendeu transitando naturalmente entre programações eletrônicas e sons ancestrais, nesse seu novo trabalho, Civilizacao & Barbarye, o músico reinventa-se, soando outra vez original e familiar ao mesmo tempo.
Musotto já produziu artistas como Zeca Baleiro, Daniela Mercury, Lucas Santtana e a banda Scambo. Como percussionista e programador de bases eletrônicas gravou e tocou com Paralamas, Martinho da Vila, Lulu Santos, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marisa Monte, Jorge Drexler, entre outros .
Ramiro fez parte do trio acústico do DVD/CD de Lenine, "Lenine In Cité", gravado ao vivo em Paris e ganhador dos prêmios TIM e Grammy Latino. Nos carnavais de 2005 e 2006, foi convidado da Daniela Mercury pra fazer experiências ao vivo com berimbau, computador e também com seu próprio grupo de percussão chamado Afrosudaka.
Seus trabalhos discográficos SUDAKA (CD) e SUDAKA ao VIVO (DVD e CD), foram lançados no Brasil na Argentina, no Japão, EUA e França, sempre com ótimas críticas da imprensa especializada como Village Voice, Esquire, Revista Veja entre outros.
CARLO AGUIRRE 06/ set. - sábado - 21h
Carlos Aguirre é paranaense, mas o Parana fica em Entrerios na Argentina.
Pianista e compositor Argentino, que integra diferentes tendências musicais em seu país. Suas composições transitam com naturalidade pela música popular, pelo folclore de seu país e retorna as origens de sua iniciação musical ao piano.No Brasil participa ao lado de Benjamin Taubkin, José Miguel Wisnik e vários artistas da América Latina do projeto América Contemporânea. Além de ter lançado o cd Carlos Aguirre Grupo neste país.
O convite a Carlos Arguirre é a realização de sonho, dar início a um intercâmbio cultural com os países do nosso continente, e essa vontade está no âmago de muitos, dentre eles, no de Aguirre.
’Camihos’ seu último disco, mostra o compromisso profundo de um artista com a gente e a cultura de seu lugar. – “Sinto a música como uma realização comunitária, se faz entre o artista e o público. Toco para tocar o coração e tem algo de que me orgulho muito, quando saio para tocar, sinto que estou carregando uma mochila, no melhor sentido desta imagem, com o lugar onde vivo. Tenho alegria levar a música de compositores que escrevem para piano nesta parte do mundo.” Em entrevista para Carlos Marin, em El Diario Internet
A música de Carlos Aguirre está espalhada em numerosos discos. Tem tocado e arranjado para Silvia Iriondo, Lucho González, Luiz Salinas, Jorge Fandermole, Juan Falu, Liliana Herrero, entre outros.
13 set. - sábado - 21h
ZECA COLLARES
Instrumental de viola brasileira/caipira, inspirado no “jeito” de Ser Humano na sua simplicidade.
Musical, poético e extremamente brasileiro, o espetáculo retrata as infâncias dos muitos “Zecas” vividas nos sertões, principalmente no Vale do Jequitinhonha-MG, terra natal DO violeiro, onde cada gesto humano pode determinar sua caminhada para sempre. Zeca retrata os vínculos com a natureza, o sagrado e o medo do profano dentro do universo popular sem deixar de lado o lúdico oriundo dos “causos”, das simpatias e das piadas ingênuas, mas sábias do viver caboclo.
Com composições próprias e inéditas, o espetáculo é sutil, envolvente e leva a platéia a se identificar com os “Pés” que constroem o roteiro musical. É indicado para todas as idades.
Zeca Collares participa do 5° Encontro Cordas na Mantiqueira com o violonista André Siqueira.
Pés Descalços (Zeca Collares)
“...Abençoados sejam os pés que trazem a paz, a alegria e a brisa em forma de poesia e que abraçam com a luz de um sorriso todas as almas. Abençoados sejam todos os Pés que trazem a Música”.
13 set. - sábado - 21h
BRAZ DA VIOLA TRIO
No palco, a viola caipira e a viola-de-cocho se juntam ao violão de aço, à guitarra com seus timbres e distorções e ao baixo acústico.
Numa apresentação descontraída e de fácil interação com a platéia, Braz da Viola abre espaço para a improvisação e a liberdade de trabalhar temas desde recortados, e toadas até o jazz.
Braz da Viola – Viola Caipira e Viola-de-cocho
Hugo Cardoso – Baixo Fretless
Tiago Vianna – Violão de aço e Guitarra
Braz da Viola trabalha em salas de aula desde 1990, nesse tempo desenvolveu métodos próprios de ensino, editados em forma de livros, CDs e DVDs.
Mineiro de Consolação, Braz participou de projetos musicais como “Instrumental SESC Brasil, “Balaio Brasil”, “Música do Brasil”, “Brasil 500 anos”, “Viola Brasileira” do Centro Cultural Banco do Brasil e do documentário de Myrian Taubkin “Violeiros do Brasil”, que será exibido durante o 5° Encontro Cordas na Mantiqueira.
Com Inezita Barroso trabalhou dois anos num show onde a Orquestra de Viola Caipira acompanhava a Cantora, Viajou também com Renato Andrade, Adelmo Arcoverde, Zé Mulato e Cassiano, e Renato Vieira no projeto “Violeiros do Brasil” em shows pelo interior de São Paulo.
Em agosto de 2.006, foi um dos representantes do Brasil no Festival of World Cultures em Dublin na Irlanda tendo realizado uma série de três apresentações, um workshop máster class, além de programas de radio e tv.
20 set. - sábado - 21h
BADI ASSAD
A vida da cantora e violinista Badi Assad passou por muitas transformações positivas nos últimos tempos, gravou seu primeiro vídeo clipe “From United States of Piauí” (velho baião de protesto de Gonzaguinha), excursionou no exterior tendo se apresentado em paises como EUA e Grécia, seu mais recente trabalho “Wonderland” foi muito elogiado pela crítica, sendo considerado um dos 100 melhores álbuns de 2006, pela BBC de Londres, e ficou entre os 30 mais vendidos no site Amazon, deu início às gravações do seu 1º DVD, em que mostrará todo seu ecletismo musical, tendo gravado sozinha as vozes e instrumentos. E, por fim, mas com certeza a principal conquista foi o nascimento de sua primeira filha, a Sofia Assad Akros.
Num formato intimista (voz e violão), Badi Assad continua sua turnê pelo Brasil e mundo com o show “Wonderland”, na qual toca clássicos como “Acredite ou Não”, “Vacilão”, “Estrangeiro em Mim” e “From United States of Piauí”, entre outras.
As suas experimentações vocais, produzindo sons de percussão com a boca, adicionada a sua reconhecida técnica e insaciável sede de inovar no violão atraiu um grupo crescente de fãs fiéis nos últimos 10 anos, entre críticos e colegas instrumentistas, mundo afora. "Acho que tenho algo a dizer às pessoas, não somente àquelas que gostam do meu violão", conta Badi. "Gostaria de apresentar meu universo musical a todas as pessoas – para as que ouvem pop, jazz, clássico, rock ou música brasileira, não importa”, completa.
20 set. - sábado - 21h
TRIO CURUPIRA
O trio curupira, é formado por jovens músicos e compositores de São Paulo – André Marques, Cleber Almeida e Fábio Gouvêa – que vem exibindo para platéias do Brasil e do exterior um dos trabalhos mais criativos do gênero instrumental. Destaque no Rock in Rio – Lisboa 2004, o grupo foi ainda um dos finalistas no Prêmio Visa Instrumental no mesmo ano. O Curupira nasceu, em meados de 1996, de um feliz encontro de idéias e afinidades de seus integrantes. Determinados a desenvolver um trabalho diferenciado, fruto de pesquisas musicais e culturais, tendo por base a genuína música do Brasil, eles percorrem todos os ritmos e eliminam qualquer fronteira entre estilos. Asonoridade é densa, a harmonia é rica e a personalidade é marcante. O nome foi escolhido por se referir ao personagem mítico do folclore brasilheiro encarregado de proteger as florestas e os animais. O trio assumiu uma missão semelhante: a defesa da música e da cultura brasileira. “Começamos com uma concepção totalmente centrada na música brasileira, mas percebemos que somos contra os preconceitos musicais. Tocamos ritmos do Brasil inteiro, mas estamos abertos às influências; seja da música erudita, do jazz, da música árabe ou do flamenco. Música é música”, afirma André Marques. André teve como professores e companheiros grandes mestres, começou profissionalmente na música muito cedo. Aos 11 anos com Amilton Godoy (Zimbo Trio) estuda piano popular, em 1992 ao lado de seu pai Natan Marques e desde 1994 integra o grupo de Hermeto Pascoal, com quem excursionou por quase todos os continentes.
Cleber Almeida também iniciou os estudos aos 11 anos e aos 14 já estava no Conservatório de Tatuí, e desde 1995 leciona no Conservatório. Trabalhou com Hermeto Pascoal, Natan Marques, Jane Duboc, Renato Teixeira, Pena Branca, Vinícius Dorin, Itibirê Zwarg, Elomar, Arismar do Espírito Santo, Hamilton de Holanda entre outros.
Formou-se em guitarra pelo Conservatório de Tatuí onde atualmente é professor, é integrante do grupo da baterista Vera Figueiredo e de alguns trabalhos com o compositor Arrigo Barnabé.
26 set. - sexta - 21h
O GRITO!
O primeiro CD do Grito, “Urbe Incandescida”, tem como mote a contraposição entre o caos da vida na cidade (“sou a cidade insone, a turbulência estomacal, a sede, a enchente…”) e o universo interior do artista, humano e sensível às imposições da metrópole (“tento manter contato pra ver o meu retrato do alto da estima...”). Críticas, desabafos, imagens surreais, possíveis respostas para o dia-a-dia deságuam em letras a um só tempo líricas e contundentes. E é esse lirismo violento que, somado à força dos arranjos e à densidade das performances (registradas em sua maioria ao vivo no estúdio), eleva as canções a sua potência máxima, a uma expressividade única, a um poderoso grito. O cd foi produzido por Alexandre Fontanetti, também produtor de demos anteriores do grupo e do disco “Bossa ‘n’ Roll” de Rita Lee.
Em suas apresentações, o Grito integra a seu projeto estético-musical elementos corporais e visuais: a performance enquanto arte, os objetos de cena, a improvisação livre, a busca do estado de espírito do palhaço, pronto para interagir com o público, livre de comportamentos pré determinados e em busca do momento presente. O resultado dessa fusão é a vitalidade e a originalidade dos shows.
Desde 2000, quando foi fundado, o quarteto tem se apresentado em casas noturnas (Alcatrazz, Dinorah, Espaço L+T, Fidalga 33, Riff Café, All Black, Kiaora, Sem Eira Nem Beira entre outras), teatros (CCBB, Centro Cultural Vergueiro e Espaço Cuca), festivais (Araraquara-Rock, Catarse-Sesc Pompéia) e eventos (Feira da Vila Madalena e “No Capricho” produzido pela revista Capricho) na cidade de São Paulo.
26 set. - sexta - 21h
CRIOLINA
Alê Muniz- voz e violão, com uma bagagem musical de mais de 15 anos de convívio com a música Maranhense. Luciana Simões , cantora, pesquisadora, que foi também vocalista da banda de reggae Natiruts. São a dupla Criolina e estarão acompanhados das guitarras e violões de Renê Parisi e gaita e violino de Jr. Gaiato. São o Criolina no 5° Encontro Cordas na Mantiqueira.
Em apresentação gratuita e especial destinada aos alunos da escola pública de São Francisco Xavier.
Criolina nasceu do encontro dos artistas maranhenses Alê Muniz e Luciana Simões na capital paulista, há cerca de três anos. Com os pés nos terreiros e as antenas no mundo moderno, criaram canções cuja sonoridade mistura tambores ao drumm & bass e evoca o suingue da África-Brasil em diversos gêneros.
Classificado pla dupla como “colcha de retalhos”, por apresentar a mescla de vários ritmos, Criolina é uma fusão de música brasileira com black music e batida eletrônica. São melodias e letras regionais com uma sonoridade mais urbana.
Num show vibrante, dançante, com uma proposta que vai além do entretenimento, músicas com letras fortes, estética sonora ousada, escolha de timbres não convencionais, variedades de ritmos, melodias das tribos de ontem e de hoje, revelando a forte identidade nordestina na atitude, na poesia e no conceito.
27 set. - sábado - 21h
WEBER LOPES e PAULO BELLINATI
Paulo Bellinati um dos mais respeitados violonistas brasileiros em todo mundo. Além de uma sólida carreira como solista em palcos internacionais, é também um compositor e arranjador brilhante, com peças sendo executadas e gravadas por importantes músicos brasileiros e por violonistas como John Williams, Carlos Barbosa Lima, Duo Assad e Cristina Azuma.
A maior parte de seu trabalho solo foi gravada no exterior, incluindo o histórico The Guitar Works of Garoto(1991), e os também premiados Guitares du Brésil(1991), Serenata(1993), Lira Brasileira(1997) e Afro-Sambas (1997) - com a cantora Mônica Salamso, além dos DVDs Brazilian Guitar Virtuoso(1998) e Paulo Bellinati plays Antonio Carlos Jobim(2002).
Em 2005 gravou com o grupo Pau Brasil o CD ‘2005 que foi lançado pela gravadora Biscoito Fino. O grupo ganhou o prêmio Rival-Petrobrás na categoria de melhor conjunto musical.
Mais recentemente foi lançado pelo mesmo selo o CD “Noites de Gala, Samba na Rua” de Mônica Salmaso e grupo Pau Brasil.
Weber Lopes é um dos grandes violonistas brasileiros. Seus cds têm sido elogiados pela imprensa nacional e seu talento reconhecido pelo público. Já trabalhou com músicos como Toninho Horta, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda e Nivaldo Ornelas. Já foi premiado com prêmios importantes da música mineira, como o BDMG Instrumental e o Pro-música, além de manter uma agenda internacional em países da Europa.
No 5° Encontro Cordas na Mantiqueira o público será brindado com um repertório de músicas autorais arranjadas especialmente para duo de violão.
A instrumentação do show não será tradicional, uma vez que, ao lado do violão de nylon de Weber, Paulo tocará um violão de aço da década de 30 restaurado.
No programa músicas como Bom Partido, Jongo, Samba à Trois, Carlo’s Dance de Paulo Bellinati e Lá em Olinda, Caminho do Sol, Tom de Luz, Alma e Flor do Tempo, de Weber Lopes.
OUTRAS ATIVIDADES
7 set. - domingo- 10h30
Vivência Musical: “Pirulito que já bateu” com Bartira Moura Rosa
Para crianças de 7 a 14 anos
inscrições gratuitas no Photozofia.
Local das vivências: Biblioteca Solidária.
14 set. - domingo - 10h30
Vivência rítmica com Ilda Bueno
Para crianças de 7 a 14 anos
inscrições gratuitas no Photozofia.
Local das vivências: Biblioteca Solidária.
14 set. - domingo - 10h30
Oficina de Viola com Zeca Collares
Livre e gratuito
inscrições gratuitas no Photozofia.
Local da oficina: Rancho dos Tropeiros.
21 set. – domingo – 10h30
Vivência Musical: “Pirulito que já bateu” com Bartira Moura Rosa
Para crianças de 7 a 14 anos
inscrições gratuitas no Photozofia.
Local das vivências: Biblioteca Solidária.
21 set. – domingo
Exibição do filme/documentário: “Violeiros do Brasil” de Myrian Taubkin
Livre e gratuito
Local: Rancho dos Tropeiros.
27 set. - sábado - 10h
Oficina de Prática de Conjunto com O Grito.
Gratuito para bandas
inscrições gratuitas no Photozofia.
Local da oficina: Photozofia.
28 set. - domingo - 10h30
Vivência rítmica com Ilda Bueno
Para crianças de 7 a 14 anos
inscrições gratuitas no Photozofia.
Local das vivências: Biblioteca Solidária.
São Francisco Xavier se prepara para soar bons acordes em setembro.
Pousadas e restaurantes das montanhas vão receber o turista com o melhor de sua vocação: a contemplação aliada à cultura.
O Festival de Música Encontros Cordas na Mantiqueira dá bons motivos para se entusiasmar. Em sua 5ª edição, ele foi contemplado no edital de festivais de artes do Programa de Ação Cultural, e recebe o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Música Independente
O 5° Encontro Cordas na Mantiqueira continua 100% autoral e independente.
A origem de cada convidado é bem diversa e de terras mais distantes do que nas outras edições. Vai ter música da Bahia, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e o início de um intercâmbio cultural com países da América Latina. Em cinco noites, cada músico apresenta o seu show e ao final de cada uma, a “jam session” em que os sotaques se perdem e a linguagem que atinge os ouvidos da alma é a música.
Música para a comunidade
São Francisco Xavier apóia o festival que além de trazer para o distrito um turismo cultural, dá a sua contrapartida à comunidade.
“Acreditamos na formação de novos públicos para a música popular que existe além dos meios de comunicação de massa e principalmente na educação artística como meio de inclusão e formação do ser.” afirma Patrícia Ioco uma das organizadoras do festival. “Desde a criação do Photozofia incluímos em nossa programação atividades com as escolas de São Francisco Xavier, e não seria diferente no ‘Cordas’” completa Sandro Perosa, proprietário do espaço.
Além de 10 shows, serão realizadas seis oficinas gratuitas e uma noite inteira destinada aos estudantes do ensino médio também gratuitamente.
A noite especial aos estudantes foi pensada em conjunto com a diretora da escola Dagmar Schimithderg de Oliveira desde a concepção do projeto. Foram convidadas as bandas O Grito e o Criolina do Maranhão pensando em trabalhos de qualidade cultural, e que atraíssem o interesse dos alunos ao mesmo tempo.
A oficina de prática de conjunto para bandas será dada pelos integrantes do O Grito, em que os músicos de bandas amadoras, ou de “garagem” receberão dicas de como fazer arranjos e se profissionalizarem no mundo da música.
A oficina de viola caipira será dada na praça, aberta a qualquer pessoa que tenha uma viola, o que não é difícil no distrito, pelo violeiro Zeca Collares, e também acontecerão quatro vivências musicais para crianças de 7 a 14 anos nos espaços da Biblioteca Solidária, com Ilda Bueno e Bartira Moura Rosa.
E está na programação a exibição do documentário Violeiros do Brasil.
Confira a programação, as pousadas e restaurantes que participam desse encontro, e escolha o fim de semana para subir a serra e curtir o aconchego e as artes.
www.cordasnamantiqueira.com.br |